nossos artistas

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Alzeny Nelo soprano

Alzeny Nelo é Bacharel em Música pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e possui aperfeiçoamento pela Ecole Normale de Musique de Paris/Alfred Cortot. Obteve os Diplôme d’Exécution en Chant, Diplome Superieur d’Art Lyrique e Diplôme d’Etudes de roles. Participou das óperas A Flauta Mágica, Les Fêtes de l’Amour et de Bacchus, de Lully e Il Segreto de Susanna de Wolf Ferrari.

No Concurso Internacional de Canto da Union Française des artistes musiciens, obteve 3º lugar na categoria Honneur e os prêmios da SPEDIDAM - oferecidos ao melhor candidato vindo de uma instituição musical francesa -, Prêmio de Melhor Intérprete e Prêmio Maurice Ravel.

Em 2007 obtém 2º lugar no I Concurso Internacional de Canto da Amazônia Helena Coelho Cardoso, em Belém, 2º lugar no III Festival Francisco Mignone de Jovens Intérpretes, no Rio de Janeiro, Prêmio Especial do Júri no XIX Concurso de Canto Maria Callas, em SP e 1º prêmio no I Concurso Nacional de Canto Lírico - Ópera da UFRJ.

Em 2010 foi Stephano, em Romeu e Julieta, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, sob regência de Silvio Viegas e cantou com a orquestra polonesa Capella Bydgostiensis, sob regência de José Maria Florêncio.

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Carla Domingues soprano

Natural de Canguçu/RS, Carla Domingues é Bacharel em Canto pela UFPel/RS e Mestre em Música pela UDESC. Premiada em alguns dos principais concursos de canto do Brasil e do Uruguai, tem se apresentado em concertos, óperas e recitais no Brasil, Uruguai e Itália.

Dentre suas principais atuações operísticas estão Gilda em Rigoletto (Verdi), Adina em L'elisir d'Amore (Donizetti) e Madame Herz em O Empresário (Mozart), em Florianópolis/SC e Rainha da Noite em montagens reduzidas de A Flauta Mágica (Mozart) no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.

Foi solista do Requiem de Mozart em Brescia, Itália (2009), com a Orquestra Sinfônica Italiana, e da Paixão Segundo São João, de Bach, com a Camerata Florianópolis e o Polyphonia Khoros, em Florianópolis e Blumenau (SC). Em 2010 foi solista na gravação e posterior estréia mundial da Symphony of the Good, de Jean Goldenbaum, juntamente com a Camerata Cantareira (SP).
Estudou com Magali Richter e atualmente é orientada por Alba Tonelli e Luisa Gianinni.

foto: Vânia Toledo

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Cláudia Riccitelli soprano

Cláudia Riccitelli é detentora de vários prêmios nacionais, dentre eles o Prêmio Carlos Gomes 2001 e o da revista BRAVO! como Revelação, em 1999.

Trabalhou com alguns dos principais regentes do Brasil e do mundo, entre eles Claudio Abbado, Isaac Karabtchevsky, John Neschling, Romano Gandolfi, Carlos Kalmar, Roberto Minczuck, Fabio Mechetti, Jamil Maluf, David Machado, Ira Levin, Luis Malheiro, Silvio Barbato, Ligia Amadio, Roberto Tibiriçá, Carlos Moreno, Abel Rocha, Luis Gustavo Petri, Alessandro Sangiorgi, Oswaldo Colarusso e José Maria Florêncio.

Foi protagonista nas montagens das óperas La Bohème, Gianni Schicchi, Turandot, Madama Butterfly, Rigoletto, L'Elisir d'Amore, Don Pasquale, Il Campanello, Norma, Les Contes d'Hoffmann, Carmen, Les Pêcheurs des Perles, Pagliacci, Die Zauberflöte, Don Giovanni, Le Nozze di Figaro, Il Guarany, Fosca, Amelia al Ballo, O Cientista (de Silvio Barbato, papel escrito especialmente para sua voz) e Alcina (Handel), nos principais teatros de ópera do país.

Desenvolve ainda intensa atividade como concertista e recitalista.

foto: João Silver

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Fabíola Protzner soprano

Natural de Belo Horizonte, Fabíola iniciou seus estudos musicais aos 9 anos. Formou-se em canto lírico pela UFMG, na classe da professora Luciana Monteiro. Também foi aluna de Neyde Thomas e Rio Novello.

Em seu repertório destacam-se montagens de A Flauta Mágica, como Primeira Dama, O Elixir do Amor, como Gianetta, Don Giovanni, como Donna Anna, Cosi Fan Tutte como Fiordiligi e A Serva Patroa, como Serpina.

Fabíola apresenta-se regularmente em teatros de Belo Horizonte e interior de Minas Gerais como solista convidada da Orquestra de Ouro Branco, Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFMG, Orquestra Ouro Preto e Orquestra Musicoop Sesiminas. Já se apresentou sob a regência de Charles Roussin, Sílvio Viegas e Roberto Duarte. Tem se aperfeiçoado em interpretação cênica e vocal com a cantora e atriz Ana Taglianetti.

Seu último trabalho foi na remontagem da ópera A Menina das Nuvens, de Villa-Lobos, com regência de Roberto Duarte.

foto: Henrique Pontual

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Gabriella Pace soprano

Vencedora do Prêmio Carlos Gomes 2010.

Cantou sob a regência de Isaac Karabtchevsky, John Neschling, Roberto Minczuk, Luiz Fernando Malheiro, Fábio Mechetti, Sílvio Viegas, Carlos Moreno, Justin Brown, entre outros.

Foi Musetta em La Bohème, Micaela em Carmen, Susanna em As Bodas de Figaro, Liù em Turandot, Ceci em O Guarany, Pamina em A Flauta Mágica, Giulietta em I Capuleti ed i Montecchi, Norina em Don Pasquale , entre outras.

Foi solista na Quarta de Mahler, Nona de Beethoven, Carmina Burana de Orff, Lobgesang de Mendelssohn, Requiem de Mozart, Stabat Mater de Rossini, Missa in Tempore Belli, a Criação e as Estações de Haydn. Desde 2005 apresenta-se ao lado de Gilberto Tinetti e Adriana Clis em concertos de câmara por todo o país. Com o Quarteto de Cordas Raga, cantou o Quarteto n. 2 Op.10 de Schoenberg na Sala Cecília Meirelles, no Rio de Janeiro. Gravou o Requiem Ebraico de Zeisl com a OSESP.

Gabriella iniciou seus estudos com seu pai, Héctor Pace, foi aluna de Leilah Farah e Pier Miranda Ferraro e hoje está sob orientação de Ricardo Ballestero.

Gabriella Pace veste Sandro Barros para Daslu e joias da Amsterdam Sauer.

foto: Edgardo Iglesias

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Luísa Kurtz soprano

Natural de Porto Alegre, Brasil, iniciou seus estudos musicais através do violino, em Londres, onde viveu durante quatro anos.

Em 2007 graduou-se em Canto com Menção Honrosa no Conservatório de Música da Universidade Federal de Pelotas-RS, Brasil. O seu correpetidor é o pianista brasileiro Carlos Morejano, com quem realiza frequentemente recitais de música de câmara.

Interpretou Flora Bervoix (La Traviata), Papagena (Die Zauberflöte), Frasquita (Carmen) e Berta (Il Barbiere di Siviglia) no Brasil, além de Rosina (Il Barbiere di Siviglia) na Argentina depois de vencer o III Concorso de Opera da Ópera de San Juan, Argentina.

Cantou a parte de soprano solista nas seguintes obras: Messe Solennelle de Sainte Cécile, de Gounod, The Messiah, de Handel, Carmina Burana, de C. Orff, Ein Sommernachtstraum, de Mendelssohn, sob regência de Isaac Karabtchevsky, Exsultate, jubilate, de Mozart e Ein Deutsches Requiem, de Brahms. Interpretou também a Segunda Sinfonia “Ressurreição”, de Mahler com a Orquesta Filarmônica de Montevideo, Uruguai.

Em 2008 e 2009 aperfeiçoou-se em Ópera no Teatro Guairá, em Curitiba, com profissionais como os italianos Alessandro Sangiorgi (maestro da Orquestra Sinfônica do Paraná), Luisa Giannini (soprano), Massimiliano Carraro (maestro collaboratore do Teatro alla Scala de Milão) e Italo Nunziata (regisseur).

Em 2010, Luísa se mudou para a Itália para seguir seus estudos vocais com Luisa Giannini no Conservatório A. Buzzolla de Adria. Recém chegada, recebe o terceiro prêmio no I Concorso Internazionale G. Donizetti em Masate, Milão.

Ainda em 2010 foi selecionada pelo Mtº. John Neschling para integrar o elenco de cantores da Companhia Brasileira de Ópera, fazendo durante o ano uma turnê da ópera O Barbeiro de Sevilha por 15 cidades brasileiras.

Começa 2011 interpretando Gloria e Magnificat de Vivaldi na Itália e recebendo o terceiro prêmio em sua categoria no Concorso Lirico Internazionale “Note Verdiane” em Gazoldo degli Ippotti, Mantua.

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Martha Herr soprano

Martha Herr tem se consagrada como uma das principais sopranos da cena lírica brasileira. Uma artista de grande versatilidade, ela tem atuado em vários gêneros musicais como ópera, missas e oratórios, repertório sinfônico, camerístico e, principalmente, música contemporânea e brasileira.

É detentora de muitos prêmios internacionais e nacionais como o Prêmio Carlos Gomes (1998) e Cantora do Ano da APCA (1990). Tem participado de concertos, óperas e gravações no Brasil, Estados Unidos e Europa, como solista e como integrante de vários conjuntos de música brasileira e música contemporânea. O Rio Cello Ensemble lançou um CD com sua participação como solista das Bachianas Brasileiras nº 5, de Heitor Villa-Lobos.

É professora Livre Docente do Instituo de Artes da Universidade Estadual Paulista (UNESP) onde atua como Professora de Graduação e Pós-graduação em Performance. Como resultado de mais de 20 anos como professora de dicção de línguas estrangeiras para cantores, ele está trabalhando como “Diction Coach” para produções operísticas.

Em 2010, fez a preparação do coro do Theatro São Pedro (SP) para o Te Deum de Dvorak.

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Luciana Bueno mezzo-soprano

Estreou na ópera O Barbeiro de Sevilha como Rosina, sob a direção de Enzo Dara. Desde então vem se apresentando com grande sucesso nos principais teatros do Brasil em papéis como Carmen (Carmen), Donna Elvira (Don Giovanni), Santuzza e Lola (Cavalleria Rusticana), Gertrudes (João e Maria), Suzuki (Madame Butterfly), Meg Page (Falstaff), Katisha (O Mikado), Giulietta (Os Contos de Hoffmann), Marguerite (A danação de Fausto), Aksinya (Lady Macbeth de Mtzenski), La Cenerentola (Cenerentola), Romeo (I Capuleti e I Montecchi), Mulher (O Cientista), Mãe (Poranduba) e Tereza (Magdalena).

Participou da ópera Madama Butterfly, como Suzuki, na Royal Opera Canada. Em seu repertório incluem-se também participações como solista no Glória de Vivaldi, Messias de Häendel, Requiem de Verdi, Missa em Dó Menor de Mozart, Nona Sinfonia de Beethoven, Lobgesang de Mendelssohn, além de recitais solo com incursões no repertório barroco e brasileiro.

Em 2010 estreou em Teatro Musical como Lady Thiang na peça O Rei e Eu, com direção cênica de Jorge Takla. Estudou técnica vocal com Pier Miranda Ferraro (Itália) e Leilah Farah (Brasil).

Atualmente desenvolve seu repertório com Ricardo Ballestero.

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Kismara Pessatti contralto

Bacharel em canto lírico no Brasil (Neyde Thomas), diplomou-se em Berlim na Musikhochschule Hanns Eisler (Norma Sharp) e especializou-se na Operastudio da Ópera de Zurique.

Depois de ter sido solista desta entidade, a contralto destacou-se no cenário internacional, tendo se apresentado no Gran Teatro La Fenice (Veneza), Royal Festival Hall (Londres), Bunkamura Orchard Hall (Tóquio), Opéra-Théâtre de St-Etienne (França), Konzerthaus Berlim, Liederhalle Stuttgart, Aalto Theater e Philharmonie em Essen (Alemanha), Tonhalle Zürich, Salle de La Musique em La Chaux-de-Fonds (Suíça), Teatro Municipal de Bogotá (Colômbia), Sala Simon Bolívar de Caracas (Venezuela), International House of Music de Moscou (Rússia), Teatro Municipal de São Paulo e Teatro Amazonas, entre outros.

Kismara colaborou com maestros como Nikolaus Harnoncourt, Nello Santi, Christoph von Dohnányi, Vladimir Fedoseyev, Franz Welser-Möst, Paolo Carignani, Lothar Zagrosek, Thomas Adès, Facundo Agudin, Stefan Soltesz, Helmuth Rilling, Rodrigo de Carvalho e Luiz Fernando Malheiro, com obras como Carmen, Les Troyens, Pelléas et Mélisande, Das Rheingold, Die Walküre, Siegfried e O Ouro do Reno, A Coroação de Poppea, La Pietra del Paragone, Rigoletto, Eugen Onegin, O Cavaleiro da Rosa, 2ª e 8ª Sinfonias de Mahler, Messias, Missa em Si Menor, Paixão Segundo São João, Requiem de Verdi e Mozart, entre outras.

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Helder Savir contratenor

Natural de Fortaleza-Ce, integra o Coral Paulistano do Theatro Municipal de São Paulo. Iniciou seus estudos como tenor, mas convidado pelo Mº Jamil Maluf para integrar o quadro de cantores solista de Carmina Burana, deu inicio a sua carreira como contratenor. Desde então compositores como Monteverdi, Bach. Handel, Vivaldi passaram a fazer parte de seu repertório com suas cantatas, missas e oratórios.

Participou de vários concertos no Rio de Janeiro, São Paulo e cidades históricas de Minas Gerais com repertório do período Colonial Brasileiro, tendo no mercado fonográfico 6 Cd's com os grupos nos quais participou, levando esse mesmo repertorio para Roma (Pantheon, Sta Maria em Trasteveri, Sto Antônio dos Portugueses) Vaticano (Basílica de São Pedro), Napole (conservatório San Pietro de Majellae catedral de San Genaro) e Firenze (Vila Aurora).

Em 2006 o cantor destacou-se na montagem da ópera Orfeu, de Monteverdi, no Theatro Municipal de São Paulo, concerto coro e solista de compositores ingleses, Satabat Mater de Carissimi. Em 2007 atuou nas cantatas 39 e 161 de Bach, trechos de L'incoronazione di Popea, Stabat Mater de Vivaldi, Carmina Burana em Bogotá (Colômbia).

Em 2008, A Criação de Haydn (Colombia – Bogotá), A Historia de Jó (Buxtehude), Salmo Chichester Nº2 (Leonard Bernstein) e mais duas temporadas de Dido e Eneas (Henry Purcell. Em junho de 2009 fez Carmina Burana no Rio de Janeiro com músicos da UFRJ e em outubro com o Colégio Porto Seguro e Sala São Paulo.

Apresentou-se também como solista do Dixit Dominus de Handel no Theatro Municipal de São Paulo. Em novenbro realizou o Messias (versão Mozart), também pelo Theatro Municipal de São Paulo e em dezembro de 2009 interpretou A Feiticeira e o Espírito de Dido e Eneas com o Coro e orquestra Sinfonica do Consevartório de Tatuí, sob regência do Mto. Rodrigo Carvalho.

Helder Savir tem a versatilidade como marca registrada de seu trabalho, atuando também na área da música gospel, com excelentes criticas.

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Flavio Leite tenor

Formado por importantes centros musicais europeus como o Conservatório Superior del Liceu em Barcelona e o Rossini in Wildbad Festival na Alemanha, o tenor gaúcho tem se firmado como um dos mais atuantes e versáteis jovens cantores brasileiros.

Na temporada 2010 atuou em Romeo et Juliette no TMRJ, Andrea Chenier e Carmina Burana em BH, Bastien und Bastienne em POA, Il Combattimento di Tancredi e Clorinda e Il Maestro di Musica em Vitória e A Viúva Alegre em SP.

Acumula experiência em óperas como La Fille du Règiment e Ariadne auf Naxos no TMSP, O Barbeiro de Sevilha com o TMRJ e Teatro São Pedro de SP, La Cenerentola em Belém, Tristão e Isolda e A Flauta Mágica no TMRJ, A Menina das Nuvens em BH, Carmen em Curitiba, a estréia mundial de Dulcinéia e Trancoso em Recife, I Pagliacci, Der Schauspieldirektor e A Viúva Alegre em POA, além de Ariadne auf Naxos, Maria Golovin e Turandot no FAO em Manaus.

Desenvolve ainda ampla atividade como solista em oratórios e programas sinfônicos como Magnificat de Bach, O Messias de Händel, A Criação de Haydn, Stabat Mater e Petite Messe Solennelle de Rossini, Die Erste Walpurgisnacht de Mendelsohn, Messa di Gloria de Puccini, entre outros, com as principais orquestras brasileiras.

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Marcos Liesenberg tenor

Catarinense de destaque no cenário lírico nacional atualmente o tenor também desenvolve carreira na Áustria, Alemanha e Itália. Atuou em A Flauta Mágica, O Barbeiro de Sevilha, O Elixir do Amor, Cosi fan tutte, Turandot, Fidelio, Don Giovanni, Os Contos de Hoffmann, O Rapto do Serralho, A Viúva Alegre e On The Town, entre outros.

Participou de inúmeros obras sinfônicas tais como Paixão Segundo João, Paixão Segundo Mateus, O Messias, Nona Sinfonia, A Criação, As Sete Últimas Palavras do Redentor na Cruz, Dichterliebe e As Iluminações.

Já se apresentou em teatros como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Sala São Paulo, Teatro da Paz, Teatro Guaíra, Teatro Cláudio Santoro, Mozarteum Salzburg, Teatro Comunale di Adrià e Theater Nordhausen, com orquestras tais como OSESP, OSUSP, Camerata Antiqua de Curitiba, Orquestra do Conservatório Peter Tchaikovski de Moscou e OSB com os maestros John Neschling, Sílvio Viegas, Alessandro Sangiorgi, Hiroaki Massuda, Markus Frank e Josef Wallnig entre outros.

Conquistou o 3o Prêmio no V Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão em 2004.

foto: Paulo Lacerda

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Martin Muehle tenor

Martin nasceu em Porto Alegre e iniciou seus estudos de canto em Montevidéu, com o barítono Jean-Charles Gebelin. Em 1992 radicou-se na Alemanha, continuando seus estudos em Hamburgo.

Foi membro do elenco do teatro de Bremerhaven, entre 1996 e 1998. Participou de masterclasses com os tenores Carlo Bergonzi em Busseto, Itália e com Alfredo Kraus em Santander, Espanha.

Martin Muehle vem cantando regularmente desde então em diversas capitais européias como Palermo, Nápoles, Toulouse, Munique, Viena e Berlin.

No Brasil se apresenta com sucesso nos principais teatros do país, como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Theatro São Pedro em São Pualo, Theatro Municipal de São Paulo, Palácio das Artes de Belo Horizonte e no Festival Amazonas de Ópera de Manaus.

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Giovanni Tristacci tenor

Giovanni Tristacci é Bacharel em Música pela UFRJ. Iniciou sua carreira em 2006 no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Na temporada 2009/10 estudou no Conservatório do Liceu, em Barcelona, sob orientação de Eduard Gimenez, como bolsista da Fundação Carolina.

Integrou o Centro de Perfeccionamento Placido Domingo, em Valência, Espanha, sob direção de Alberto Zedda, onde teve aulas com Jocelyne D. Bleinst, Roger Vignoles e Alberto Zedda.

Em agosto deste ano embarca para a Bélgica, como bolsista da Quen Elisabeth Music Chapel, onde estudará com José Van Dam. Giovanni estudou com Eduardo Álvares e recebeu orientação de Inácio di Nonno (Brasil), Raul Gimenez (Argentina), Luisa Giannini (Itália), Alba Tonelli (Uruguai) e Jose Van Dam (Bélgica).

Participou de diversas produções na Europa e no Brasil. Dentre seus próximos compromissos estão concertos na Europa, dividindo o palco com nomes como José Van Dam e June Anderson.

foto: Susanne Lencinas

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Amadeu Tasca barítono

Amadeu Tasca concluiu a temporada 2010/2011 com grande êxito como solista do Stadttheater und Orchester Heidelberg, Alemanha. Elogiado pela crítica especializada e público, cantou Papageno (Die Zauberflöte), Bajazet (Bajazet de Vivaldi), Mouken na estréia alemã da ópera japonesa Ai-En e Johnston na estréia mundial de Vom Meer, dentre outros concertos sinfônicos e de câmara.

Natural de Campinas, concluiu o Mestrado em Performance na Hoschschule für Musik und Darstellende Kunst em Frankfurt am Main, sob orientação de Hedwig Fassbender. No Brasil realizou seus estudos de canto na UNESP com a Prof. Dra. Márcia Guimarães e de atuação teatral no SENAC-SP.

Estudou ainda com o tenor Benito Maresca. Sua estréia no repertório operístico aconteceu com o papel de Antonio (Le Nozze di Figaro), seguido por Papageno (Die Zauberflöte) no The MasterWorks Festival em Winona Lake, EUA.

Amadeu possui sólida e versátil presença cênica evidenciada na performance de personagens como Belcore (L´Elisir d´Amore), Figaro (Il Barbiere di Siviglia), Slook (La Cambiale di Matrimonio), Marcello (La Bohème), Sharpless (Butterfly) e Ottokar (Der Freischütz).

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Pedro Ometto barítono

Bacharel em Canto pela Unesp, desde 2004 Pedro é membro do Núcleo Universitário de Ópera, com o qual vem se apresentando em papéis de Gilbert & Sullivan como Capitão Corcoran (HMS Pinafore), Lord Chancellor (Iolanthe) e o papel-título em O Feiticeiro, além de Petrus (Der Mond, de Carl Orff), Tiger Brown (Ópera dos 3 Vinténs) e Boris (Moscou Tcheryomushky, de Shostakovich).

Representou, ainda, o Barão Douphol (La Traviata), Angelotti (Tosca), Jupiter (Orphee aux Enfers, de Offenbach), Mamma Agata (Viva la Mamma, de Donizetti), Gasparo (Rita, de Donizetti), Danilo (A Viúva Alegre) e Papageno (A Flauta Mágica).

Como bolsista do Festival de Inverno de Campos do Jordão em 2005, fez o Médico em A Queda da Casa de Usher, de Philip Glass.

Estreou no teatro musical em 2010 como o Príncipe/Lobo na montagem brasileira de Into the Woods (Sondheim). Estudou interpretação com Jonathas Joba e Rodrigo Miallaret.

Tomou parte em festivais e master classes com Fernando Portari, Rosana Lamosa, Sandro Christopher, Regina Klepper, Mara Zampieri, Juan Pons e Michael Chioldi.

Em 2010 fez a estréia mundial dos Cânticos da Terra, de Almeida Prado. Estudou técnica vocal com Benito Maresca e atualmente estuda com Márcio Gomes.

foto: Jorge Scherer

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Daniel Germano baixo

Daniel Germano iniciou seus estudos de canto no coro da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), com o professor Decápolis de Andrade.

Como solista, tem sido frequentemente requisitado para interpretar obras como o Requiem e Missa da Coroação, de Mozart, Missa em Sol de Schubert, Paixão Segundo São João e Magnificat, de Bach, Messias, de Handel, Oratório de Natal de Saint Saëns, Missa in Tempore Belli, de Haydn, Ein Deutsches Requiem, de Brahms, Missa em Dó Maior e IX Sinfonia, de Beethoven.

Seu repertório é composto por obras de Bach, Mozart, Beethoven, Donizzetti, Massenet, Rossini, Brahms, Schumann, Puccini e Verdi, entre outros.

Ao longo de sua carreira, Germano tem atuado sob a regência de maestros tais como Isaac Karabtchevsky, Roberto Duarte, Giuseppe Marotta, Manfredo Schmiedt, Lutero Rodrigues, Ernani Aguiar, Túlio Belardi, Vilson Oliveira, Sérgio Sisto, Evandro Matté, Antônio Carlos Borges Cunha, Tiago Flores e Frederico Gerling Jr.

Atuando nos palcos brasileiros, Germano foi semifinalista do VI Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão. Já atuou em montagens das óperas Carmela, (Araújo Vianna), O Barbeiro de Sevilha e Die Zauberflöte (Mozart), como Primeiro Sacerdote. O cantor também tem participado de gravações de compositores como Domenico Zipoli e José Maurício Nunes Garcia - trabalho este que recebeu o Prêmio Açorianos de Música Erudita.

Radicado em Porto Alegre, Daniel recebe orientação vocal de Gisa Volkmann.

foto: Ariana Rosa

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Licio Bruno baixo-barítono

Prêmio Carlos Gomes 2004 – Melhor Cantor Erudito – um dos mais requisitados artistas eruditos do país, vencedor de seis concursos nacionais e dois internacionais de Canto.

Membro da Ópera Estatal Húngara 98/99, foi artista convidado na Ópera de Budapeste entre 2000 e 2008 em óperas como Tannhäuser, Cosi Fan Tutte, I Pagliacci, Don Pasquale, Carmen e La Bohème.

Com a tetralogia wagneriana O Anel do Nibelungo, em Manaus, tornou-se o primeiro brasileiro a interpretar Wotan/Wanderer.

Seu repertório inclui Lohengrin, O Navio Fantasma, Otello, Os Contos de Hoffmann, La Gioconda, Ernani, Madama Butterfly, Cavalleria Rusticana, Gianni Schicchi, Il Campanello, L’Elisir d’Amore.

Estreou como Falstaff no Palácio das Artes, BH, ópera com que celebrou seus 20 anos de carreira em 2008 também no Theatro Municipal de São Paulo, obtendo ainda grande êxito no monólogo operístico A Waterbird Talk, de Dominick Argento, no Theatro São Pedro, SP.

No Theatro Municipal do Rio de Janeiro cantou nas produções de Le Nozze di Figaro, A Flauta Mágica, O Cientista, O Barbeiro de Sevilha, Il Guarany, Romeu e Julieta e ainda as obras Stabat Mater de Rossini, A Infância de Cristo de Berlioz, Nona Sinfonia de Beethoven, Carmina Burana e War Requiem, de Britten.

Em 2010 cantou La Traviata e Andrea Chènier no Palácio das Artes, BH e o papel título de Rigoletto no Theatro São Pedro, SP.

Foi consultor vocal e ministrou workshops no projeto Ópera em 3 Tempos, apresentado em outubro de 2010 em Vitória, no Espírito Santo.

Cantará a Nona Sinfonia de Beethoven regido por Kurt Masur, na temporada oficial 2011 da Orquestra Sinfônica Brasileira.

Licio Bruno é consultor vocal para cantores líricos e professor de Dicção e de Interpretação Cênica do Curso de Bacharelado em Canto do Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro.